A apresentação, realizou-se no Auditório do Complexo Social que possui a entidade biprovincial no lado de Entre Rios da jurisdição, e foi presidida pelo Ministro da Infraestrutura e Transportes de Santa Fe, José Garibay, com a presença do coordenador de Obras do Ministério de Planejamento, Infraestrutura e Serviços de Entre Rios, Raúl Constantino.
“ O Convênio, realizado com a Fundação SES, consistiu na incorporação do Engenheiro Tophinke, com o fim de realizar um trabalho - em um tema fundamental como é a segurança - do túnel subfluvial”, expressou Garibay. Em seguida disse que: “a avaliação do estado da via de enlace, vai possibilitar uma nova agenda de trabalhos, e os investimentos necessários para manter o túnel, em um bom nível de desenvolvimento viário e com a segurança que pretendemos”.
O coordenador de Obras do Ministério de Planejamento, Infraestrutura e Serviços de Entre Ríos, Raúl Constantino, assinalou que, ” os resultados da avaliação foram muito positivos, e para nossa província a comprovação foi muito importante dado que, é única via de comunicação operativa que temos com a capital santafesina”.
Além disso o funcionário admitiu que, sentia orgulho no sentido que, o engenheiro Tophinke, ficou agradavelmente surpreso pelo trabalho humano efetuado - pela entidade biprovincial- no tratamento de conservação do túnel. O experto ficou surpreso e partiu confortado pela, “ maneira em que os trabalhadores, os profissionais e a Comissão Administradora se ocupam deste enlace, na tentativa de fazer que os usuários possam transitá-lo de forma adequada”, sublinhou.
CONCLUSÕES
A auditoria do túnel abarcou temas viários, mas também, questões do sistema de extinção de incêndios, da rede elétrica e dos recursos humanos disponíveis para seu controle e preservação.
“ Porém, em termos gerais os resultados foram muito positivos. O túnel, tem uma característica de gerenciamento de elevado nível de proteção, que tem surpreendido ao próprio experto. Assinala também a fraqueza de ter uma infraestrutura - que nós não poderemos modificar - desenhada e concebida nos anos 60. Portanto, esta situação nos indica trabalhar com mais altos índices de previsão e segurança que os requeridos em outros lugares”, explicou o representante na entidade,do governo de Santa Fe, Pablo Serra.
O funcionário assinalou que, “Tophinke é um auditor que percorreu todas as instalações e as áreas do túnel”. E sublinhou: o profissional nos ofereceu conclusões que, por um lado, ajudam a confirmar a certeza de muitas das coisas que nós realizamos, entanto que, por outro a verificar que temos de modificar os planos de contingência e os serviços de emergências. Tophinke nos transmite um conjunto de recomendações, sobre as quais vamos aprofundar, para manter e até superar a qualificação obtida”.
De forma paralela, Serra referiu-se a um aspecto remarcado pelo engenheiro: a ausência de saídas de emergência e de acostamentos para estacionar no interior do viaduto, em caso de dificuldades mecânicas. “Não obstante –adverte- não é um fator alarmante, em função das medidas adotadas em matéria de segurança”.
“ Segundo o Relatório, os postos de pedágio permitem a regulação do trânsito, garantindo a segurança e uma circulação fluída, entanto que, a diferença dos túneis europeus – e em favor do nosso- existe uma sala de controle que monitora, de forma permanente o fluxo veicular no interior do viaduto. Isso permite, caso seja necessário, colocar em funcionamento o mecanismo de contingência. Com estas medidas de prevenção se consegue superar esse déficit construtivo, além dos limites de velocidade e distância estabelecidos”.
O relatório elaborado pelo especialista alemão, “ oferece pautas e recomendações para que as áreas técnicas e as universidades que nos acompanham, possam ter uma agenda de trabalho que esteja olhando para o futuro”, assinalou.
A VIDA ÚTIL DO TUNEL
No que diz respeito ao futuro da conexão viária, Serra explicou que.” O túnel não tem parâmetros de vida útil estabelecidos” e logo falou que, “ aquilo posto em consideração está relacionado, em grande medida, com a demanda de trânsito e a qualidade do manutenção”. Portanto não pode se colocar uma data limite”.
O funcionário falou que, “relativamente a esse ponto a data da vida útil do túnel está dada pela demanda de trânsito que exija a região. Que essa procura vai ser complementada com a ponte que se desenhando, portanto não estamos pensando somente no túnel, senão na totalidade da conexão viária que une Santa Fe com Paraná , e estamos tomado as previsões necessárias”.
“O túnel submerso está em condições de administrar o trânsito, sem demoras, por um período não inferior a dez anos” garantiu, e agregou que, “ as condições terão de ser avaliadas depois dessa data. Vai depender do fluxo do trânsito e este, por sua vez das condições econômicas que são as que delimitam essas questões. O fluxo veicular pode aumentar ou decrescer”, avaliou o funcionário.
Por fim o representante santafesino, na Comissão interprovincial que administra o Túnel Subfluvial, explicou que o Relatório oferece pautas e recomendações para as áreas técnicas e as universidades que participam do desenvolvimento profissional, possam marcar uma agenda de melhoras.
PRESENÇA DAS UNIVERSIDADES
A exposição participaram., os Decanos das Faculdade Regionais Santa Fe e Paraná, da Universidade Tecnológica Nacional (UTN) e expertos da Universidade Nacional Del Litoral (UNL).
Na oportunidade de perguntar sobre as conclusões do encontro, coincidiram em remarcar a importância do fato que um experto, da jerarquia de Georg Tophinke, tenha realizado uma métrica baseada em normativas europeias.
“Os resultados são satisfatórios, - poderemos exercer melhoras na sua futura manutenção- mas temos um luxo de túnel. A solidez da via vai por cima do que ditam as normativas e ficamos satisfeitos pelo trabalho realizado e os resultados obtidos”, destacaram.